- Imam Hussein ibn Ali ibn abi Taleb Seyyed Al-Shuhada (A.S.) O senhor dos jovens do paraíso e o terceiro Imam dos Ahlul Bait (A.S.)
- Seu sermão para a ordem de encorajar o bem e a coibir o mal
- Sua admoestação
- Mensagem ao povo de Cufa em vista de sua rebeldia, quando ele marchou até eles
- Suas respostas às questões apresentadas pelo rei dos romanos à ele e Yazid Bin Muawiya
- As formas de jihad (esforço pela causa de Deus)
- O Monoteísmo
- Ditos do Imam al-Hussein (A.S.)
O Monoteísmo
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O Monoteísmo
Cuidado, ó povo, com aqueles apóstatas que adotaram o antropomorfismo. Eles copiam os dizeres dos descrentes cristãos e judeus. Ele é Allah. Não há nada semelhante a Ele. Ele tudo ouve e é Onisciente. Nenhum olho mortal pode vê-lo, mas Ele pode ver todos os olhos. Ele é o Beneficente e o Conhecedor de tudo. Ele dedica o monoteísmo e a onipotência a Si mesmo e finaliza a volição, a vontade, o poder, o conhecimento de tudo o que acontecerá. Ninguém pode disputar com ele sobre qualquer uma de Suas questões. Não há ninguém igual a Ele, não há oposto que dispute com Ele, não há oponente que se assemelhe a Ele e não há alguém que se compare a Ele. Os assuntos não podem influenciá-lo, as mudanças não exercem efeito Nele e os eventos não O atingem. Os que descrevem não são capazes de retratar a essência de Sua grandeza e os corações não podem recordar a extremidade de Sua onipotência pois ele não se assemelha a coisa alguma. Os sábios e os homens de intelecto não são capazes de compreende-Lo exceto por meio da crença no invisível, porque as descrições das criaturas não se aplicam a Ele. Ele é o Um absoluto. É o oposto de qualquer coisa que seja idealizada na mente. Ele não é senhor se for objeto de discussão. Também não é adorado se for adotada a suposição de que esteja no ar ou em qualquer outro lugar. Ele existe nas coisas, mas elas não O abrangem. Ele está muito distante delas, mas não está ausente delas. Ele não seria poderoso se fosse comparado a um oponente ou igualado a um adversário. Sua eternidade não se originou do tempo e Sua existência não está nos lugares. Ele está oculto para o intelecto como está para a visão. Sua ocultação para os habitantes dos céus é idêntica a ocultação para os habitantes da terra. Sua proximidade é a Sua honra concedida, Seu Afastamento é Seu desagrado com as criaturas. Ele não tem lugar “em”, não tem um tempo, “um quando” e não está submetido ao “se”. Sua sublimidade não precisa de maior elevação e Sua vinda prescinde de movimento. Ele origina o não-existente e elimina o existente. Com exceção Dele, ninguém pode ter dois atributos simultaneamente. O intelecto só pode crer em Sua existência. A existência da crença não é a existência dos atributos. Os atributos são descritos por intermédio Dele, enquanto que Ele é descrito com esses atributos. O conhecimento é percebido por meio Dele, mas Ele não é conhecido pelo conhecimento. Esse é Allah para Quem não há qualquer homônimo. Glorificado seja. Não há nada que se assemelhe a Ele. Ele é O que tudo ouve, O que tudo vê.
