- Imam Ali ibn abi Taleb (A.S.) ibn Abdel Mutaleb ibn Hashem O primeiro Imam dos Ahlul Bait (A.S.)
- A herança do Imam Ali, o Príncipe dos Fiéis (A.S.)
- Seu sermão sobre a sinceridade da crença na unicidade de Allah
- Missiva para seu filho Hassan bin Ali (A.S.)
- Recomendação a seu filho Hussein bin Ali (A.S.)
- Sermão de “Wasila”
- Quatrocentas instruções aos seus companheiros
- A Missiva para Malik al Ashtar, quando o Imam (A.S.) o nomeou governador do Egito e das áreas adjacentes
- O Sermão de Dibáj
- Sentenças e palavras de encorajamento, aviso e exortação
- Admoestação e descrição dos negligentes
- Sua descrição dos tementes
- Seu sermão sobre a fé e a descrença
- Suas palavras a Kumayl bin Zayd
- As recomendações para Kumayl bin Zayd
- Sua ordem a Mohammad bin Abi Bakr quando o nomeou governador do Egito
- Suas palavras de desprendimento e menosprezo ao mundo e aos prazeres da vida terrena
- Seu sermão diante do protesto contra a distribuição equitativa dos espólios
- Seu pronunciamento sobre a distribuição justa das riquezas
- Sua descrição do mundo para os tementes
- Seu sermão sobre a fé e a diversidade dos espíritos
- A recomendação para Ziad bin An-Nadr quando o nomeou comandante do exército na Batalha de Siffin
- Sua descrição sobre os narradores de tradições
- Sobre as bases do Islam e a realidade do arrependimento e do pedido de perdão
- O testamento a seu filho Al-Hassan (A.S.)
- Sua preferência pelo conhecimento
- Breves sentenças do Imam Ali (A.S.)
Admoestação e descrição dos negligentes
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Admoestação e descrição dos negligentes
Não sejais como aquele que aspira a bem-aventurança na vida futura sem ação, e que adia o arrependimento com desejos prolongados; que profere palavras semelhantes às dos ascetas sobre o mundo, porém, age como os que são ávidos por ele. Se algo do mundo lhe é permitido, não se satisfaz. Se algo é negado, ca descontente. Não é grato pelo que recebe, ambiciona o aumento de tudo o que possui. Refreia o comportamento alheio mas não refreia a si mesmo. Ordena aos outros o que ele próprio não faz. Ama os virtuosos mas não se comporta como eles. Abomina os corruptos, porém, é um deles. Tem aversão à morte por causa de seus muitos pecados, e ainda, se apega a tudo que é a razão de seu medo da morte. Ele pergunta: “Por que devo trabalhar e me cansar? Devo repousar e desejar”. Ele deseja o perdão, porém, se mantém na desobediência. Ele atingiu uma idade su ciente para a reminiscência. Diz então sobre o que perdeu: “Se eu tivesse me esforçado, teria sido melhor para mim”. Contudo, desperdiça o tempo inadvertidamente. Se adoece, sente remorso por sua negligência passada. Quando recupera a saúde, sente orgulho de si mesmo, quando se vê atribulado perde a esperança. Seus desejos o dominam nas questões duvidosas, mas ele não domina seus desejos nas questões em que há certeza. Não está satisfeito com sua provisão e não Confia que esteja garantida para ele. Não cumpre os deveres da adoração. Duvida de si mesmo. Se enriquece, se torna tímido e se corrompe. Se ca pobre, se desespera e se torna um fraco. Ele tem muitos pecados e graças. Ambiciona mais, porém, não demonstra gratidão. Considera grandes os pecados alheios, e quando comete os mesmos pecados, os considera pequenos. Quando a paixão o subjuga é rápido na prática do pecado, porém, retarda o arrependimento, e não compreende como será o castigo. Seu desejo não satisfaz, e sua precaução não o refreia. Ele vai longe demais quando está a pedir e é muito negligente nas ações. É longo nas palavras e curto na ação. Almeja receber a recompensa das ações que não pratica e desconsidera a punição das más ações que comete. Anseia as coisas mundanas que perecerão e ignora o que é permanente e melhor.
Teme a morte mas não toma uma iniciativa na busca da provisão para o além. Julga as boas ações alheias um exagero, por outro lado, julga insignificantes seus próprios atos de desobediência. Se pratica algo em obediência a Allah considera um ato importante, se outros o praticam, considera-o insignificante. Por conseguinte, reprova os outros e elogia a si mesmo. Cumpre os seus deveres religiosos quando está saudável e satisfeito, abandona seu cumprimento quando está insatisfeito ou é atingido por infortúnios. Se é curado, supõe que seu arrependimento foi aceito, mas quando o infortúnio sobrevém a ele, julga que está sendo punido. Retarda o jejum e se apressa a dormir. Não mantém vigília à noite em adoração e não passa o dia em jejum. De manhã, se preocupa somente com o desjejum, quando não passou a noite em vigília. Ao anoitecer, se preocupa somente com o jantar, quando não jejuou durante o dia. Busca a proteção de Allah contra os que são mais fracos do que ele, mas não pede proteção contra os que são mais fortes. Quer que os outros o obedeçam enquanto ele próprio desobedece a Allah. A diversão em companhia dos ricos é mais cara a ele do que a lembrança de Allah com os pobres. Ele ca irritado quando recebe pouca provisão, porém, comete muitos pecados. Prefere a si mesmo aos outros e nunca o contrário. Gosta que os outros o obedeçam e nunca o desobedeçam. Busca o cumprimento das obrigações para consigo mesmo mas não cumpre as obrigações para com os outros. Orienta as pessoas mas não se orienta. Teme os outros e age para a satisfação de outros e não para a Seu Senhor; não O teme em sua relação com as pessoas. Considera ser o bem o que pratica de mal e considera o mal o que pratica de bom. Não glori ca seu Senhor por Suas graças concedidas nem O agradece pela ampliação das graças. Não ordena o bem nem proíbe o mal. Vive pois, em confusão. Se está doente, age sinceramente e demonstra arrependimento. Se é curado, demonstra crueldade e retorna à desobediência. Está sempre contra si mesmo. Não sabe para onde suas más ações o levarão. Por quanto tempo e até quando estará nessa situação? Ó Allah faze-nos tementes a Ti!
